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Leishmaniose Visceral Canina: Como proteger os cães?

Leishmaniose Visceral Canina: Como proteger os cães? A vacinação dos cães e o uso de produtos repelentes é a melhor estratégia para proteger os cães. Com alto poder endêmico, a leishmaniose está presente em todo o território nacional. Dados indicam que anualmente mais de três mil pessoas são infectadas pela zoonose, além de um número incontável de cães. Estima-se que cada caso humano equivale a cerca de 200 cães infectados. A patologia tem como vetor a Lutzomyia longipalpis, popularmente conhecida como mosquito palha. No ciclo urbano da patologia, o vetor infectado pica os cães e os utiliza como reservatórios, o...

Leishmaniose Visceral Canina: Como proteger os cães?

A vacinação dos cães e o uso de produtos repelentes é a melhor estratégia para proteger os cães.

Com alto poder endêmico, a leishmaniose está presente em todo o território nacional. Dados indicam que anualmente mais de três mil pessoas são infectadas pela zoonose, além de um número incontável de cães. Estima-se que cada caso humano equivale a cerca de 200 cães infectados.

A patologia tem como vetor a Lutzomyia longipalpis, popularmente conhecida como mosquito palha. No ciclo urbano da patologia, o vetor infectado pica os cães e os utiliza como reservatórios, o que aumenta o risco de transmissão para os humanos.

Para combater os avanços da enfermidade, a prevenção é imprescindível.
“A melhor forma de prevenção da leishmaniose visceral canina é proteger os cães com o uso de vacina e repelente”, afirma a Médica-veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

Esse, é o principal desafio imposto para o controle da zoonose, pois a contaminação ocorre de forma silenciosa. Em muitos casos, os cães demoram para manifestar os sintomas da doença. Entre os sinais apresentados estão problemas dermatológicos, como alopecia, úlceras, descamações, feridas com difícil cicatrização e hiperqueratose, especialmente, no focinho, ao redor dos olhos e nas orelhas. O crescimento anormal das unhas (onicogrifose) também é comum.

“Além dos sinais clínicos visíveis, a enfermidade não tem cura e traz uma série de complicações para o cão, e dependendo da evolução do quadro clínico, o animal pode ir a óbito”, explica Priscila.

Por apresentar sinais clínicos inespecíficos, similares ao de outras patologias, a confirmação do diagnóstico de leishmaniose envolve a realização de testes sorológicos e parasitológicos.

Para ajudar na prevenção da Leishmaniose Visceral Canina, a Ceva Saúde Animal desenvolveu o conceito Double Defense, que visa a proteger os cães contra o vetor transmissor e o patógeno causador da doença.

Para isso, a empresa une a ação de dois produtos exclusivos, a Leish-Tec, única vacina recombinante do mercado contra a leishmaniose visceral canina, e o Vectra 3D, uma formulação sinérgica inovadora (Dinotefuran, Permetrina e Piriproxifen), que repele o flebótomo transmissor da leishmaniose, além de proteger contra pulgas e carrapatos.

“O uso combinado dos produtos protege os cães contra a leishmaniose atuando por fora e por dentro, evitando a picada do vetor (Vectra 3D) e agindo contra o agente (Leish-Tec). Por isso, o conceito Double Defense é uma ferramenta estratégia para a prevenção dos cães”, finaliza Priscila.

 

Sobre a Ceva Saúde Animal

 

A Ceva Saúde Animal é atualmente a 6ª maior empresa de saúde animal do mundo, presente em mais de 110 países tem sua atuação focada na pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos farmacêuticos e biológicos para animais de companhia, e produção (bovinos, suínos, equídeos e aves). Mais informações disponíveis no site: www.ceva.com.br

 

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